Mais uma estupidez assola o Brasil, esta lei seca disfarçada em medida moralizadora. A moral dos reacionários e dos xiitas, que só vai levar mais água (sem álcool) para o moinho da pequena corrupção do dia-a-dia.
Qual o espírito da lei? O de punir os bêbados no volante, gente irresponsável e criminosa que merece mesmo o fogo (não o da bebedeira, mas o do inferno)? Não, esse não é o espírito dessa nova lei, pois esse espírito já existia na antiga lei: o Brasil já tinha leis que coibiam bêbados no volante -- puniam motoristas que tivessem mais do que 6 dg de álcool por litro de sangue. Para se ter uma idéia, isso já era mais rigoroso do que os limites em vigor em países como Canadá e Estados Unidos (que permitem até 8 dg por litro).
Qual era a diferença entre, por exemplo, o Brasil e os Estados Unidos? A diferença era que lá a quantidade de álcool permitida era maior (e não suficiente para embebedar ninguém), mas a fiscalização era, e é, séria. Mesmo podendo ter 8 dg de álcool por litro de sangue, os norte-americanos são muito cuidadosos com suas taças de vinho se vão dirigir, pois sabem que podem ir para a cadeia mesmo.
O que fizeram os moralistas do Brasil? Nossa taxa permitida já era menor do que a americana; o que faltava era simplesmente aplicar a lei -- fiscalizar e punir. Ah, as punições eram mais brandas; concordo plenamente em que fossem aumentadas, como agora. Mas não: no lugar de fiscalizar e punir, o governo (com uma base parlamentar para isso) preferiu tornar o país mais xiita e corrupto, colocando um limite de álcool que equivale, na prática, a proibir qualquer consumo de bebida alcoólica para quem vai dirigir.
Quais as consequências disso?
1 - A primeira, se a coisa pegar, é atacar uma tradição cultural atávica da humanidade -- a de beber socialmente, confraternizar com a bebida. Tradição que data da remota antiguidade, presente nas festas das colheitas, nas celebrações religiosas, nas comemorações das conquistas. A depender da lei, um jantar de vários casais na casa de amigos ou num restaurante fará com que metade dos presentes fique na Coca-Cola, destruindo seu prazer gastronômico e o clima de compadrio. E impondo o rigor disciplinar, a sobriedade careta, que religiões e moralistas de vários matizes adoraram ter como regra para uma humanidade disciplinada e domesticada.
2 - A segunda, se a coisa pegar, é inserir uma clivagem separando ainda mais os mais ricos dos demais. A lei poderá ser seguida por quem tem dinheiro para sempre pagar taxi e motorista particular -- ou seja, o prazer de beber em condições normais, fora de casa, será preservado para esta elite. O resto, que não tiver dinheiro para vários taxis semanais, e na inexistência de verdadeiro transporte público, terá que agir como pária, transgredindo sistematicamente a lei.
3 - A terceira é que, mais provavelmente, nossa lei seca terá efeito parecido ao de sua antecessora nos Estados Unidos: o incentivo ao crime e à corrupção. Ali, nos anos 20 do século passado (1919 a 1933), a bebida alcoólica foi proibida. Sendo o consumo do álcool um hábito cultural arraigado, obviamente as pessoas continuaram a beber -- mas foram obrigadas a fazê-lo fora da lei. Para beber, precisavam pagar para as quadrilhas que dominavam o tráfico. Estas ficaram ricas e poderosas, e a corrupção e a criminalidade milionária medraram como nunca. No Brasil a proibição é mais localizada, não deve chegar à criação de quadrilhas como as de lá, mas considerando nossas tradições, dá para prever que a corrupção é quem vai sair ganhando. Enquanto fazem estas iniciais blitze cinematográficas, vai ser difícil ver casos de policiais se corrompendo. Mas no dia-a-dia daqui pra frente, quando um guarda parar um cidadão que está guiando normalmente, está sóbrio, mas saiu de um restaurante, o bafômetro pode muito bem ser acionado. E é bem provável que o cidadão que tomou duas taças de vinho com a comida, para não ir para a cadeia, resolva pagar ali mesmo os R$ 1.000 que terá que pagar de qualquer jeito se for para a cadeia. Uma propina bem atraente.
Quanta estupidez! É óbvio que os tantos casos de matança provocada por bêbados no volante foram perpetrados por gente realmente bêbada -- com muito mais do que os 8 dg/litro de álcool tolerados nos Estados Unidos. É sobre os bêbados no volante que deveria se voltar a fiscalização. O novo limite imposto no Brasil é na verdade um ataque disfarçado ao consumo puro e simples de bebidas alcoólicas -- medida de muito gosto para xiitas religiosos de várias facções, e moralistas políticos de todas as colorações. Assim caminha, para trás, a humanidade.
Sexta-feira, 4 de Julho de 2008
Segunda-feira, 23 de Junho de 2008
BUNDA DURA
Tenho horror a mulher perfeitinha!!!
Sabe aquele tipo que faz escova todamanhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário?
E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes.
Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o daPatrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento nacama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão 'Alisabel', que é legal... Burra.
b) Na moda: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês.Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando.
c) Sorriso incessante:Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa... Coitada.
d) Bunda dura: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comemalface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra selivrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nospasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão.Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo dacalça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada detomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece!Legal mesmo é mulher de verdade!!!! E daí se ela tem celulite? O sensode humor compensa.... Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada as vezes, mas adora sexo. Porquecelulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a serum problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. E não se esqueça:
Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!!!!!!
Sabe aquele tipo que faz escova todamanhã, tá sempre na moda e é tão sorridente que parece garota-propaganda de processo de clareamento dentário?
E, só pra piorar, tem a bunda dura!!!
Pois então, mulheres assim são um porre. Pior: são brochantes.
Sou louco?
Então tá, mas posso provar a minha tese. Quer ver?
a) Escova toda manhã: A fulana acorda as seis da matina pra deixar o cabelo parecido com o daPatrícia de Sabrit. Perde momentos imprescindíveis de rolamento nacama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão 'Alisabel', que é legal... Burra.
b) Na moda: Estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da Elle do mês.Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando.
c) Sorriso incessante:Ela mora na vila dos Smurfs? Tá fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipático com orgulho, só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa... Coitada.
d) Bunda dura: As muito gostosas são muito chatas. Pra manter aquele corpão, comemalface e tomam isotônico (isso quando não enfiam o dedo na garganta pra selivrar das 2 calorias que ingeriram), portanto não vão acompanhá-lo nospasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão.Bebida dá barriga e ela tem H-O-R-R-O-R a qualquer carninha saindo dacalça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada detomar um bom vinho com você. Cerveja? Esquece!Legal mesmo é mulher de verdade!!!! E daí se ela tem celulite? O sensode humor compensa.... Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada as vezes, mas adora sexo. Porquecelulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a serum problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. E não se esqueça:
Mulher bonita demais e melancia grande, ninguém come sozinho!!!!!!!
Domingo, 22 de Junho de 2008
"Cuba nunca será como Jamaica"
Dijo el corresponsal de la BBC en Cuba, que defiende una política europea propia hacia la isla basada en el respeto a la decisión mayoritaria del pueblo cubano que no es "el capitalismo económico"
Testigo privilegiado de los últimos 17 años de historia en Cuba, Fernando Ravsberg (Uruguay, 1957) descifra en su libro El rompecabezas cubano (Editorial Foca) la evolución política en un país contradictorio.
Cambio o transformación. ¿Qué palabra define mejor lo que está ocurriendo ahora en la isla?
A contrapelo de lo que dicen los gobiernos cubano y estadounidense, hay una transición, un proceso de cambio tan profundo que, en mi opinión, es el más importante desde el triunfo de la Revolución en 1959.
¿Qué factores deben valorarse para entender el proceso de transformación abierto en Cuba?
Yo diría que cuatro. Uno es el debate nacional iniciado el pasado año en el que participaron más de cinco millones de cubanos y en el que se vertieron 1.200 críticas al sistema. Otro es la convocatoria después de 15 años del congreso del partido comunista. Por último, están la gigantesca reforma agraria y la apertura de un mercado interno.
¿Pueden estos dos últimos cambios relanzar la economía cubana?
Yo creo que sí. La reforma agraria es fundamental. Se van a repartir el 50% de la tierra cultivable y se están desarticulando las grandes granjas para entregar pequeñas parcelas de cinco hectáreas a aquellos que deseen trabajarlas. Esto es vital porque aumentará la producción, la reducción de las importaciones y el abaratamiento de los alimentos, uno de los aspectos que más golpea a la sociedad cubana.
Con los salarios tan bajos parece imposible abrir el sueño de un mercado interno en la Isla...
Existe un error de percepción en este asunto. Aunque es cierto que la apertura de los hoteles a los cubanos y la venta libre de electrodomésticos es una conquista de derechos, tal y como se cree en Europa, el cambio es mucho más profundo. El nuevo proyecto está enfocado para que el dinero de los ricos cubanos sirva para financiar a los que menos poder adquisitivo tienen.
¿Cómo?
En estos momentos se está pagando alrededor de 120 dólares la línea y 70 dólares el teléfono. Una fortuna. Sin embargo, se están entregando celulares con 400 minutos de saldo a gente que no tiene recursos por 25 centavos de dólar al mes. Lo mismo está ocurriendo con las casas de Varadero. Ahora los adinerados ya pueden ir a los hoteles y sus hogares están quedando vacíos para ser alquilados a menor coste que antes, lo que abre las puertas a la clase media. Todo el mundo ha mejorado un escalón. Y la cadena seguirá aumentando próximamente con la compra de automóviles, etc.
El discurso sobre la disidencia pronunciado en abril por el historiador de La Habana, Eusebio Leal, un hombre respetado por las autoridades políticas, ¿ha roto algún tabú?
Ha sido un reconocimiento. Decir que no hay que avergonzarse porque los hijos se hayan marchado del país tiene un valor histórico enorme. Vuelven a ser considerados cubanos.
¿Es posible valorar los cambios en Cuba sin fijarse únicamente en su acercamiento al liberalismo económico?
Sí, y justamente ese es el camino que ha tomado la Isla. Cuando a la RDA se le propuso liberalizar su sistema socioeconómico se le presentó la alternativa de convertirse en la RFA y fue un buen negocio. Esa propuesta no es extensible a Cuba porque lo que se les está diciendo es que se conviertan en República Dominicana o en Jamaica. Y esto ya no es tan buen negocio. Es absurdo cambiar para tener niños durmiendo en la calle. Cuba ha logrado éxitos que no ha conseguido ningún país de América Latina y debe conservarlo.
¿Y cuál es el objetivo de los cambios?
Avanzar dentro de su sistema. Habrá cambios que no serán los que pretenden Europa o EEUU. El peligro para los europeos es que con su política, adaptada a la estadounidense, puede quedarse colgada si Obama gana las elecciones.
¿Por qué?
Porque sería paradójico que Washington levantara el embargo y Europa siguiera con la posición común.
¿Y cuál es la posición de los ciudadanos?
El debate nacional que convocó el Gobierno ha sido clave. Raúl Castro contradijo a los sectores más ortodoxos del partido que querían detener el debate. Raúl les dijo a los cubanos que ese debate nacional era para discutir cualquier tema, para criticar cualquier cosa y además les pidió que fueran valientes.
Usted fue quien difundió el vídeo donde estudiantes discuten con Alarcón cuestiones existenciales de la juventud. ¿Cree que fue bien interpretado?
Mi idea era mostrar el nivel del debate que había, pero fue trastocado. Aquellos jóvenes eran comunistas que se cuestionaban cosas y se lo soltaron al presidente del Parlamento de Cuba en la cara. No eran ni estudiantes antisistema ni disidentes, como alguien dijo.
¿Qué diferencia hay entre Raúl y Fidel Castro?
Fidel es un ideólogo que lleva puestas las luces largas, socialmente muy hábil. Pero el problema de llevar puestas las luces largas es que te comes todos los baches. Raúl es un pragmático, un organizador nato. Las Fuerzas Armadas de Cuba son las únicas del mundo que se autoabastecen y eso es obra de Raúl. Ahora está trasladando esta efectividad a la vida social.
¿Qué papel debe jugar Europa?
Definir su propia política basada en el respeto al pueblo cubano. Y su prioridad es incrementar los sueldos, no ser un país capitalista.
Cuba anuncia el fin del salario igualitario
El gobierno de Cuba anunció ayer oficialmente que pondrá fin al igualitarismo salarial en la isla y pondrá en marcha un sistema de pago para todos los trabajadores basado en la productividad.
Según la medida, anunciada por el viceministro de Trabajo y Seguridad Social, Carlos Mateu Pereira, en un artículo en el del diario Granma, las empresas deberán ajustar antes de agosto un sistema de pagos según el rendimiento de cada trabajador. De esta manera, factores como la cantidad producida o la calidad del servicio que provee cada empleado serán tomados en cuenta para decidir el salario de un trabajador. Con esta decisión, el Gobierno de Raúl Castro pone fin a 49 años de límites salariales y da un nuevo paso en el proceso de reformas económicas emprendido tras el relevo de poder en la isla.
En el artículo publicado en el Granma, Mateu Pereira dice que en Cuba “ha existido una tendencia a que todo el mundo reciba lo mismo y ese igualitarismo no es conveniente”. El viceministro cubano apunta que la nueva medida económica debe ser vista como “una herramienta que ayude a obtener mejores resultados productivos y de servicios” y para evitar lo que llamó el “paternalismo” del sistema actual. Algunas fuentes de la isla estiman que con este cambio las empresas pueden llegar a incrementar un 30% sus beneficios productivos.
Un sistema similar de valoración del salario viene siendo aplicado con éxito en las Fuerzas Armadas del país, durante el periodo en el que Raúl Castro era su responsable. Fuentes cubanas señalaron esta nueva decisión supone el cambio más grande al que se debe enfrentar el Ejecutivo de La Habana y supone una señal más de que algo fundamental está transformándose en la isla.
Ojalá!!!!
Testigo privilegiado de los últimos 17 años de historia en Cuba, Fernando Ravsberg (Uruguay, 1957) descifra en su libro El rompecabezas cubano (Editorial Foca) la evolución política en un país contradictorio.
Cambio o transformación. ¿Qué palabra define mejor lo que está ocurriendo ahora en la isla?
A contrapelo de lo que dicen los gobiernos cubano y estadounidense, hay una transición, un proceso de cambio tan profundo que, en mi opinión, es el más importante desde el triunfo de la Revolución en 1959.
¿Qué factores deben valorarse para entender el proceso de transformación abierto en Cuba?
Yo diría que cuatro. Uno es el debate nacional iniciado el pasado año en el que participaron más de cinco millones de cubanos y en el que se vertieron 1.200 críticas al sistema. Otro es la convocatoria después de 15 años del congreso del partido comunista. Por último, están la gigantesca reforma agraria y la apertura de un mercado interno.
¿Pueden estos dos últimos cambios relanzar la economía cubana?
Yo creo que sí. La reforma agraria es fundamental. Se van a repartir el 50% de la tierra cultivable y se están desarticulando las grandes granjas para entregar pequeñas parcelas de cinco hectáreas a aquellos que deseen trabajarlas. Esto es vital porque aumentará la producción, la reducción de las importaciones y el abaratamiento de los alimentos, uno de los aspectos que más golpea a la sociedad cubana.
Con los salarios tan bajos parece imposible abrir el sueño de un mercado interno en la Isla...
Existe un error de percepción en este asunto. Aunque es cierto que la apertura de los hoteles a los cubanos y la venta libre de electrodomésticos es una conquista de derechos, tal y como se cree en Europa, el cambio es mucho más profundo. El nuevo proyecto está enfocado para que el dinero de los ricos cubanos sirva para financiar a los que menos poder adquisitivo tienen.
¿Cómo?
En estos momentos se está pagando alrededor de 120 dólares la línea y 70 dólares el teléfono. Una fortuna. Sin embargo, se están entregando celulares con 400 minutos de saldo a gente que no tiene recursos por 25 centavos de dólar al mes. Lo mismo está ocurriendo con las casas de Varadero. Ahora los adinerados ya pueden ir a los hoteles y sus hogares están quedando vacíos para ser alquilados a menor coste que antes, lo que abre las puertas a la clase media. Todo el mundo ha mejorado un escalón. Y la cadena seguirá aumentando próximamente con la compra de automóviles, etc.
El discurso sobre la disidencia pronunciado en abril por el historiador de La Habana, Eusebio Leal, un hombre respetado por las autoridades políticas, ¿ha roto algún tabú?
Ha sido un reconocimiento. Decir que no hay que avergonzarse porque los hijos se hayan marchado del país tiene un valor histórico enorme. Vuelven a ser considerados cubanos.
¿Es posible valorar los cambios en Cuba sin fijarse únicamente en su acercamiento al liberalismo económico?
Sí, y justamente ese es el camino que ha tomado la Isla. Cuando a la RDA se le propuso liberalizar su sistema socioeconómico se le presentó la alternativa de convertirse en la RFA y fue un buen negocio. Esa propuesta no es extensible a Cuba porque lo que se les está diciendo es que se conviertan en República Dominicana o en Jamaica. Y esto ya no es tan buen negocio. Es absurdo cambiar para tener niños durmiendo en la calle. Cuba ha logrado éxitos que no ha conseguido ningún país de América Latina y debe conservarlo.
¿Y cuál es el objetivo de los cambios?
Avanzar dentro de su sistema. Habrá cambios que no serán los que pretenden Europa o EEUU. El peligro para los europeos es que con su política, adaptada a la estadounidense, puede quedarse colgada si Obama gana las elecciones.
¿Por qué?
Porque sería paradójico que Washington levantara el embargo y Europa siguiera con la posición común.
¿Y cuál es la posición de los ciudadanos?
El debate nacional que convocó el Gobierno ha sido clave. Raúl Castro contradijo a los sectores más ortodoxos del partido que querían detener el debate. Raúl les dijo a los cubanos que ese debate nacional era para discutir cualquier tema, para criticar cualquier cosa y además les pidió que fueran valientes.
Usted fue quien difundió el vídeo donde estudiantes discuten con Alarcón cuestiones existenciales de la juventud. ¿Cree que fue bien interpretado?
Mi idea era mostrar el nivel del debate que había, pero fue trastocado. Aquellos jóvenes eran comunistas que se cuestionaban cosas y se lo soltaron al presidente del Parlamento de Cuba en la cara. No eran ni estudiantes antisistema ni disidentes, como alguien dijo.
¿Qué diferencia hay entre Raúl y Fidel Castro?
Fidel es un ideólogo que lleva puestas las luces largas, socialmente muy hábil. Pero el problema de llevar puestas las luces largas es que te comes todos los baches. Raúl es un pragmático, un organizador nato. Las Fuerzas Armadas de Cuba son las únicas del mundo que se autoabastecen y eso es obra de Raúl. Ahora está trasladando esta efectividad a la vida social.
¿Qué papel debe jugar Europa?
Definir su propia política basada en el respeto al pueblo cubano. Y su prioridad es incrementar los sueldos, no ser un país capitalista.
Cuba anuncia el fin del salario igualitario
El gobierno de Cuba anunció ayer oficialmente que pondrá fin al igualitarismo salarial en la isla y pondrá en marcha un sistema de pago para todos los trabajadores basado en la productividad.
Según la medida, anunciada por el viceministro de Trabajo y Seguridad Social, Carlos Mateu Pereira, en un artículo en el del diario Granma, las empresas deberán ajustar antes de agosto un sistema de pagos según el rendimiento de cada trabajador. De esta manera, factores como la cantidad producida o la calidad del servicio que provee cada empleado serán tomados en cuenta para decidir el salario de un trabajador. Con esta decisión, el Gobierno de Raúl Castro pone fin a 49 años de límites salariales y da un nuevo paso en el proceso de reformas económicas emprendido tras el relevo de poder en la isla.
En el artículo publicado en el Granma, Mateu Pereira dice que en Cuba “ha existido una tendencia a que todo el mundo reciba lo mismo y ese igualitarismo no es conveniente”. El viceministro cubano apunta que la nueva medida económica debe ser vista como “una herramienta que ayude a obtener mejores resultados productivos y de servicios” y para evitar lo que llamó el “paternalismo” del sistema actual. Algunas fuentes de la isla estiman que con este cambio las empresas pueden llegar a incrementar un 30% sus beneficios productivos.
Un sistema similar de valoración del salario viene siendo aplicado con éxito en las Fuerzas Armadas del país, durante el periodo en el que Raúl Castro era su responsable. Fuentes cubanas señalaron esta nueva decisión supone el cambio más grande al que se debe enfrentar el Ejecutivo de La Habana y supone una señal más de que algo fundamental está transformándose en la isla.
Ojalá!!!!
Sexta-feira, 20 de Junho de 2008
Vamos Bien!!!!

La Unión Europea decidió levantar las sanciones contra Cuba
Los 27 países que componen el bloque acordaron anular las restricciones impuestas en 2003 a la isla y facilitar un proceso de diálogo político "recíproco, incondicional y no discriminatorio". La determinación estuvo influida por las medidas de apertura y reforma que tomó el presidente cubano, Raúl Castro.
Sábado, 14 de Junho de 2008
HASTA LA MEMORIA SIEMPRE
Argentina e Cuba marcam os 80 anos do revolucionário Che Guevara
Países da América Latina e do mundo celebram os 80 anos do nascimento do guerrilheiro Ernesto Guevara (1928-67), médico argentino que recebeu no México, do grupo do cubano Fidel Castro, o apelido de Che. A data oficial, neste sábado, é celebrada especialmente na Argentina --onde ele nasceu-- e em Cuba, onde participou da revolução que, em 1959, derrubou o ditador Fulgêncio Batista, ajudando a instaurar o socialismo na ilha.Batizado de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, Che nasceu em 14 de maio de 1928 em Rosário, na Argentina, mas sua certidão de nascimento é do dia 14 de junho do mesmo ano.
Reprodução
Na Argentina ocorrem, entre diversas atividades, um encontro internacional de jovens e outro de centrais sindicais. O centro das comemorações será em Rosário, onde será inaugurado um monumento de Che.
Em Cuba, artistas e intelectuais de diversos países foram convidados para contribuir com sua produção ao Centro de Estudos Che Guevara, que irá publicar em um site ( http://www.che80.co.cu/ ) trabalhos para expressar "a dimensão contemporânea e viva dessa figura universal, que continua a servir de exemplo de luta por justiça e igualdade". A trajetória de Che atesta a profundidade de sua experiência não apenas "revolucionária", "socialista" e "guerrilheira", mas também como um homem generoso, pelo que fez, e pelo que renunciou. "O verdadeiro revolucionário é guiado por sentimentos de generosidade", dizia ele."Pátria ou morte"Com todas as guerrilhas que travou, Che convivia com a "sombra" de sua morte a todo momento. Na época em que viajou pelo mundo como embaixador da Revolução Cubana, ele discursou na sede da ONU, em dezembro de 1964, onde anunciou seu próprio "obituário"."
Estaria disposto a entregar minha vida pela libertação de qualquer país latino-americano sem pedir nada a ninguém, sem exigir nada, sem explorar ninguém", afirmou o guerrilheiro.
"Um dia perguntaram a quem se devia avisar em caso de morte, e a possibilidade chocou a todos. Depois, percebemos que estava correto, que em uma revolução, ou se vence, ou se morre". Che escreveu ainda que "outras terras do mundo reclamavam o concurso" de seus "modestos esforços".
E finalmente, deixou um recado que resumia o pensamento que havia desenvolvido durante os anos em que foi chefe do departamento industrial do Instituto Nacional da Reforma Agrária, presidente do Banco Nacional de Cuba e ministro da Indústria. "Não deixo para meus filhos e para minha mulher nada material, e não lamento por isso: alegro-me que assim seja. Não peço nada para eles, pois o Estado lhes dará o suficiente para viverem e se educarem".
Mais uma vez, Che renunciava à possibilidade de ter uma vida estável, deixando a mulher e os filhos pequenos. Ele renunciou ao posto de comandante de uma revolução, onde foi recebido como herói e era admirado por sua humildade pelo "povo", já que trabalhava em atividades como o corte da cana lado a lado com os camponeses.
"Guerra de guerrilhas"
Em seguida, Che embrenhou-se na África e, ao lado de um grupo de guerrilheiros cubanos, uniu-se, em 1965, às forças de libertação do Congo no combate contra Mobutu, o ditador imposto pelas potências coloniais após o assassinato de Patrice Lumunba. Ele queria promover uma "guerra de guerrilhas" para começar a revolução no "continente esquecido".
No outono de 1966, ele chegou ao Departamento de Santa Cruz, novamente ao lado do comando de guerrilheiros cubanos.
Em outubro de 1967, o acampamento onde a guerrilha dava seus primeiros passos de treinamento e organização, foi cercado pelo Exército boliviano. Che foi capturado e executado. Ironicamente, neste momento ele não achou que seria morto. O guerrilheiro chegou a perguntar ao capitão Gueri Prado em que jurisdição da Bolívia seria julgado.
Horas depois, o capitão receberia a ordem do comando do governo da Bolívia para matá-lo.
O prognóstico de Che mostrou-se correto: ou ele triunfaria ou seria morto. "Não há fronteiras nesta luta, nem vamos permanecer indiferentes ao que ocorrer em qualquer parte do mundo. A nossa vitória ou a derrota de qualquer nação do mundo é a derrota de todos", disse Che.
Injustiças
Além do desejo de transformar a sociedade, Che parecia buscar sempre se transformar. "Esse vagar sem rumo pela nossa maiúscula América me transformou mais do que pude crer", escreveu ele em seu diário de viagem pela América Latina.
Quando voltou da viagem de motocicleta ao lado do amigo Alberto Granado pela América Latina, Che se formou em medicina e, após sua "aventura da juventude", poderia ter aspirado ser um médico bem-sucedido de classe média na Argentina. No entanto, ele renunciou à essa possiblidade, como faria muitas outras vezes no curso de seus 39 anos de vida.
"Muitos me chamarão de aventureiro, e o sou, mas de um tipo diferente, sou daqueles que põem a vida em jogo para demonstrar as suas verdades", afirmou o revolucionário.
"Acima de tudo, procurem sentir profundamente qualquer injustiça, cometida contra qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário", dizia.
Países da América Latina e do mundo celebram os 80 anos do nascimento do guerrilheiro Ernesto Guevara (1928-67), médico argentino que recebeu no México, do grupo do cubano Fidel Castro, o apelido de Che. A data oficial, neste sábado, é celebrada especialmente na Argentina --onde ele nasceu-- e em Cuba, onde participou da revolução que, em 1959, derrubou o ditador Fulgêncio Batista, ajudando a instaurar o socialismo na ilha.Batizado de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, Che nasceu em 14 de maio de 1928 em Rosário, na Argentina, mas sua certidão de nascimento é do dia 14 de junho do mesmo ano.Reprodução
Na Argentina ocorrem, entre diversas atividades, um encontro internacional de jovens e outro de centrais sindicais. O centro das comemorações será em Rosário, onde será inaugurado um monumento de Che.

Em Cuba, artistas e intelectuais de diversos países foram convidados para contribuir com sua produção ao Centro de Estudos Che Guevara, que irá publicar em um site ( http://www.che80.co.cu/ ) trabalhos para expressar "a dimensão contemporânea e viva dessa figura universal, que continua a servir de exemplo de luta por justiça e igualdade". A trajetória de Che atesta a profundidade de sua experiência não apenas "revolucionária", "socialista" e "guerrilheira", mas também como um homem generoso, pelo que fez, e pelo que renunciou. "O verdadeiro revolucionário é guiado por sentimentos de generosidade", dizia ele."Pátria ou morte"Com todas as guerrilhas que travou, Che convivia com a "sombra" de sua morte a todo momento. Na época em que viajou pelo mundo como embaixador da Revolução Cubana, ele discursou na sede da ONU, em dezembro de 1964, onde anunciou seu próprio "obituário"."
Estaria disposto a entregar minha vida pela libertação de qualquer país latino-americano sem pedir nada a ninguém, sem exigir nada, sem explorar ninguém", afirmou o guerrilheiro.
"Um dia perguntaram a quem se devia avisar em caso de morte, e a possibilidade chocou a todos. Depois, percebemos que estava correto, que em uma revolução, ou se vence, ou se morre". Che escreveu ainda que "outras terras do mundo reclamavam o concurso" de seus "modestos esforços".
E finalmente, deixou um recado que resumia o pensamento que havia desenvolvido durante os anos em que foi chefe do departamento industrial do Instituto Nacional da Reforma Agrária, presidente do Banco Nacional de Cuba e ministro da Indústria. "Não deixo para meus filhos e para minha mulher nada material, e não lamento por isso: alegro-me que assim seja. Não peço nada para eles, pois o Estado lhes dará o suficiente para viverem e se educarem".
Mais uma vez, Che renunciava à possibilidade de ter uma vida estável, deixando a mulher e os filhos pequenos. Ele renunciou ao posto de comandante de uma revolução, onde foi recebido como herói e era admirado por sua humildade pelo "povo", já que trabalhava em atividades como o corte da cana lado a lado com os camponeses.
"Guerra de guerrilhas"
Em seguida, Che embrenhou-se na África e, ao lado de um grupo de guerrilheiros cubanos, uniu-se, em 1965, às forças de libertação do Congo no combate contra Mobutu, o ditador imposto pelas potências coloniais após o assassinato de Patrice Lumunba. Ele queria promover uma "guerra de guerrilhas" para começar a revolução no "continente esquecido".
No outono de 1966, ele chegou ao Departamento de Santa Cruz, novamente ao lado do comando de guerrilheiros cubanos.Em outubro de 1967, o acampamento onde a guerrilha dava seus primeiros passos de treinamento e organização, foi cercado pelo Exército boliviano. Che foi capturado e executado. Ironicamente, neste momento ele não achou que seria morto. O guerrilheiro chegou a perguntar ao capitão Gueri Prado em que jurisdição da Bolívia seria julgado.
Horas depois, o capitão receberia a ordem do comando do governo da Bolívia para matá-lo.
O prognóstico de Che mostrou-se correto: ou ele triunfaria ou seria morto. "Não há fronteiras nesta luta, nem vamos permanecer indiferentes ao que ocorrer em qualquer parte do mundo. A nossa vitória ou a derrota de qualquer nação do mundo é a derrota de todos", disse Che.
Injustiças
Além do desejo de transformar a sociedade, Che parecia buscar sempre se transformar. "Esse vagar sem rumo pela nossa maiúscula América me transformou mais do que pude crer", escreveu ele em seu diário de viagem pela América Latina.
Quando voltou da viagem de motocicleta ao lado do amigo Alberto Granado pela América Latina, Che se formou em medicina e, após sua "aventura da juventude", poderia ter aspirado ser um médico bem-sucedido de classe média na Argentina. No entanto, ele renunciou à essa possiblidade, como faria muitas outras vezes no curso de seus 39 anos de vida."Muitos me chamarão de aventureiro, e o sou, mas de um tipo diferente, sou daqueles que põem a vida em jogo para demonstrar as suas verdades", afirmou o revolucionário.
"Acima de tudo, procurem sentir profundamente qualquer injustiça, cometida contra qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário", dizia.
Quarta-feira, 11 de Junho de 2008
NEW GENERATION

Em meus passeios pela internet vejam o q encontrei.
Marli, este é o nome da estrela do 3º volume do extraordinário Vocalistas Bizarros. Uma verdadeira garota do cacete (sem exagero).
Praticamente uma diva da MPB e musa inspiradora de eternos boêmios brazucas, seus hits diabólicos já percorrem o infinito da internet há um bom tempo. Mas o que mais impressiona mesmo é o fato da Marli não ter noção alguma de música. Isso mesmo, nenhuma! Todas as canções ou estão fora do tom, ou fora do tempo, pra falar a verdade, são as duas coisas juntas, fato que faria Mozart dar um triplo mortal carpado em seu túmulo. Enfim, chega de conversa. Confira o seu "melhor" vídeo clipe no http://www.youtube.com/watch?v=fHt3D0XjzXM Gostou? Então prestigie nossa rainha das trevas e confira mais algumas musiquitas em seu site oficial: http://www.marli.cjb.net/ MPB??? digo popular pelo fato de ser música do povo, para o povo... essa Marli é sem comentários. Depois de tanta porcaria que vai e vem, coisas da moda, tipo MC Serginho, Tiririca... e por aí vai... Chegou ela... Marli, uma mulher do c***...
Não sei aonde vamos parar...!!!
Mas de toda forma, é divertido ver como alguém pode ser tão "original"...
Pontos pela criatividade (ou pela falta dela... )
DUVIDAS EM INVESTIMENTO????
Análise de investimento!
Publicado em um site financeiro
Uma mulher escreveu pedindo dicas sobre como arrumar marido rico. Só isso já é engraçado, mas o melhor da história é que um cara deu a ela uma resposta bem fundamentada.
Dela:
'Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site?Ou esposas de gente que ganhe isso e possa me dar algumas dicas? Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso, e 250 mil não vão me fazer morar em Central Park West.Conheço uma mulher da minha aula de ioga que casou com um banqueiro e vive em Tribeca, e ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez de certo que eu não fiz? Como eu chego ao nível dela?'Rafaela S.
Dele:
'Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, não estou gastando o seu tempo, pois ganho mais de 500 mil por ano. Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: o que você oferece, visto da perspectiva de um homem como você procura, é simplesmente um péssimo negócio. Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.Proposta clara, sem entrelinhas.Mas tem um problema. Com toda certeza, a sua beleza vai decair e um dia acabar, e o mais provável é que o meu dinheiro continue crescendo. Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação, e eu sou um ativo rendendo dividendos. Você não somente sofre depreciação como essa depreciação é progressiva, sempre aumenta! Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5/10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano, e de repente, se você se comparar com uma foto de hoje, verá que já estará um caco. Isto é, você está hoje na 'alta', na época ideal de ser vendida, não de ser comprada.Usando o linguajar de Wall Street, quem a tem hoje deve tê-la em 'trading position' (posição para comercializar), e não de 'buy and hold' (compre e retenha), que é o para quê você se oferece...Portanto, ainda em termos comerciais, casamento (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo, mas alugá-la pode ser, e, em termos sociais, um negócio razoável de que podemos cogitar é namorar. Cogitar...Já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' você seja, eu, provável futuro locatário dessa 'máquina', quero o que é de praxe: fazer um 'test drive...
'Posso marcar.????'
Publicado em um site financeiro
Uma mulher escreveu pedindo dicas sobre como arrumar marido rico. Só isso já é engraçado, mas o melhor da história é que um cara deu a ela uma resposta bem fundamentada.
Dela:
'Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site?Ou esposas de gente que ganhe isso e possa me dar algumas dicas? Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso, e 250 mil não vão me fazer morar em Central Park West.Conheço uma mulher da minha aula de ioga que casou com um banqueiro e vive em Tribeca, e ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente. Então, o que ela fez de certo que eu não fiz? Como eu chego ao nível dela?'Rafaela S.
Dele:
'Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeiramente, não estou gastando o seu tempo, pois ganho mais de 500 mil por ano. Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: o que você oferece, visto da perspectiva de um homem como você procura, é simplesmente um péssimo negócio. Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro.Proposta clara, sem entrelinhas.Mas tem um problema. Com toda certeza, a sua beleza vai decair e um dia acabar, e o mais provável é que o meu dinheiro continue crescendo. Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação, e eu sou um ativo rendendo dividendos. Você não somente sofre depreciação como essa depreciação é progressiva, sempre aumenta! Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5/10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano, e de repente, se você se comparar com uma foto de hoje, verá que já estará um caco. Isto é, você está hoje na 'alta', na época ideal de ser vendida, não de ser comprada.Usando o linguajar de Wall Street, quem a tem hoje deve tê-la em 'trading position' (posição para comercializar), e não de 'buy and hold' (compre e retenha), que é o para quê você se oferece...Portanto, ainda em termos comerciais, casamento (que é um 'buy and hold') com você não é um bom negócio a médio/longo prazo, mas alugá-la pode ser, e, em termos sociais, um negócio razoável de que podemos cogitar é namorar. Cogitar...Já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada, com classe e maravilhosamente linda' você seja, eu, provável futuro locatário dessa 'máquina', quero o que é de praxe: fazer um 'test drive...
'Posso marcar.????'
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